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dia internacional da mulher

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No dia 8 de Março o GATA celebrou o dia internacional da mulher com mais um evento gastronómico-performativoCONSUMO OBRIGATÓRIO – desta vez no Gato Vadio (obrigado ao Gato pela hospitalidade!).

A partir do tema geral da objectificação e consumo do corpo das mulheres o GATA preparou um conjunto de instalações e performances – A Integridade do Corpo Dela – e o Chef Rø cozinhou um magnífico buffet com um menu criativo à medida. Foi uma noite com alguma loucura e muita alegria – vejam as fotos do evento no nosso Facebook! 🙂

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COMO SE CONTAM HISTÓRIAS TRANS
October 17, 2012, 12:01
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Sempre foi importante que existissem espaços Trans no Porto. Depois da morte de Gisberta, em 2006, tornou-se ainda mais urgente. E desde então, não cessam de somar-se motivos, tantos quantas as expressões de transfobia, para que estes espaços ganhem vida. Por isto, o GATA leva ao Gato Vadio, de 19 a 21 de Outubro, um programa de eventos centrado na Transexualidade e no Transgénero.

 

COMO SE CONTAM HISTÓRIAS TRANS
dias 19, 20 e 21 de Outubro de 2012 no GATO VADIO

DIA 19/OUT 

21h30 (filme: info no IMBD): DZI CROQUETTES (2009), de Tatiana Issa e Raphael Alvarez
23h30 (DJ set) – DJ Pau 
DJ Pau pretende embarcar numa viagem que começa pelos anos 90 até aos dias de hoje, criando ambientes ora calmos, ora divertidos e dançantes. Música e atitude desafiadoras da norma, tentando criar um ambiente de liberdade e despudor!

DIA 20/OUT 

22h (Tertúlia): como se contam histórias TRANS – com Luísa Reis, Irene Carvalho, Nuno Miguel Ropio e Zélia Figueiredo
“What is inconceivable is conceived again and again, through narrative means, but something remains outside the narrative, a resistant moment that signals a persisting inconceivability.”
(Judith Butler – Undoing Gender)
A algumas pessoas não servem as histórias convencionais sobre mulheres e homens. Porque essas histórias não falam dos seus corpos nem das suas formas de amar, não contam os caminhos que descobriram, não sabem a sua língua e a sua alegria. Contudo, estas pessoas não deixam de ter histórias, contadas por vozes diversas – vozes próprias e próximas, umas que partilham e outras que discordam, e outras que magoam, e outras que prendem.
O GATA propõe uma tertúlia para essas histórias do (Trans)sexo e do (Trans)género com tudo o que há na vida e não tem género nem sexo. E para as palavras de uma língua nova.

LUÍSA REIS, activista LGBT, modera uma conversa aberta, com a participação de:
IRENE CARVALHO, investigadora sobre identidade de género e Transexualidade.
NUNO MIGUEL ROPIO é jornalista, premiado pela cobertura de temas de interesse para as pessoas Trans.
ZÉLIA FIGUEIREDO, responsável pelo apoio em processos clínicos de transição de género, no contexto de consulta psiquiátrica de sexologia.

DIA 21/OUT 

21h30 (filme: info no IMBD): ROMEOS (2011), de Sabine Bernardi


É MARCHAR E ANDAR
June 25, 2012, 00:01
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Na semana em que se irá marchar de novo pelo respeito (Slutwalk Porto) e quando já se prepara a marcha do orgulho (Marcha do Orgulho Porto), o GATA e o Gato Vadio propõe uns domingos diferentes.. no dia 1 de Julho (às 17h) iremos conversar sobre o papel das marchas (e de diferentes formas de andar no espaço público) no combate aos estereótipos de género e no dia 8 de Julho (às 21h30) mostraremos um filme absolutamente fabuloso!! Kinky Boots 🙂  Nos dois dias teremos convidados para partilhar experiências e ideias com todos! – desde já o nosso muito obrigado à Paula Antunes e Isabel Martinez do Caleidoscópio LGBT e ao Tiago Braga das Panteras Rosa. Não se esueçam de aparecer e passar a palavra!



INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA & ARTE
April 15, 2012, 22:10
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Uma colaboraçãoentre o GATA e o Gato Vadio. Vai haver filmes feitos a partir de projectos de arte comunitária euma conversa animada com pessoas envolvidas com na prática e na reflexão da arte na intervenção comunitária. Apareçam!

no Gato Vadio: R. do Rosário, 281

dias 20 e 21 de Abril às 22h



Ciclo sobre Trabalho Sexual no Gato Vadio
February 23, 2012, 17:34
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Nos dias 23, 24 e 25 de Fevereiro às 22h – no Gato Vadio, no Porto.

Organizado pelo Gato (Vadio) conjuntamente com o Gata, incluirá filmes (de ficção e documentário) e debate. Se não conhecem o Gato Vadio deviam conhecer e esta é uma óptima oportunidade para o fazerem!

PROGRAMA

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Anjos do Sol 
Brasil (2006)
5ª, 23 de Fevereiro, 22h

Inspirado livremente em diversos artigos publicados na imprensa, Anjos do Sol fala sobre o mundo da prostituição infantil no Brasil, através da história de Maria, uma menina de doze anos de idade que é vendida pelos pais, e cruza o país numa longa jornada, se prostituindo para sobreviver enquanto busca um futuro melhor.
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Das 9 às 5
Realização de Alcaire e Rodrigo Lacerda, com a presença dos realizadores
6ª, 24 de Fev., 22h 

Este documentário dá conta da visão que os trabalhadores do sexo têm sobre a sua profissão e o enquadramento social e legal a que estão sujeitos. Para isso, e ao longo de mais de dois anos, os realizadores acompanharam o dia-a-dia de vários/as trabalhadores/as que se empregam na área da sexualidade, conheceram a sua relação com as outras pessoas presentes nas suas vidas e documentaram as suas lutas, queixas e triunfos. O filme recorre também a entrevistas com investigadores e associações que desenvolvem estudos e projectos junto destes trabalhadores, activistas e políticos, assim como imagens de eventos significativos na luta pelos direitos dos/das trabalhadores/as do sexo.
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“Quando o sexo é trabalho: Prostituição e outras formas de comércio
sexual – Debate com Alexandra Oliveira (Universidade do Porto – Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação)
Sáb, 25 de Fev., 22 horas

Neste debate pretendo descentrar a discussão sobre a prostituição e outros trabalhos sexuais da habitual perspectiva moral e vitimizante para uma abordagem centrada nos direitos humanos e laborais de quem se dedica ao comércio do sexo. Parto da desconstrução do
objecto “puta” para chegar a uma visão mais subjectiva que dá voz aos actores do trabalho sexual. Entre “puta-imoral” ou “puta-vítima” e “trabalhadora do sexo” está a diferença entre dizer e ouvir quem faz trabalho sexual; entre condenar, rejeitar ou impor a ajuda e compreender ou capacitar os seus actores; entre pensarmos no estereótipo da prostituição feminina de rua e reconhecermos a diversidade de contextos, actores e práticas da chamada indústria do sexo.

Retirado do evento no facebook, aqui fica o link

https://www.facebook.com/events/393744840652426/?ref=ts